Última atualização: 5 de outubro de 2026
O Diário é um caixa para profissionais que atendem com hora marcada. Esta página explica, sem rodeio, que dados ficam guardados, por quê, por quanto tempo e como apagar.
Há duas pessoas diferentes nesta história, e elas têm direitos diferentes — por isso a separação vem antes de tudo:
Na prática: se você é cliente de uma barbearia e quer que seus dados sumam, o caminho mais rápido é falar com a barbearia. Se ela não resolver, fale com a gente — a gente apaga.
Do profissional:
Do cliente do profissional, quando o profissional cadastra — ou quando o próprio cliente preenche ao marcar um horário pelo link:
Do aparelho: o endereço de IP é lido no momento da requisição só para limitar tentativas repetidas e evitar abuso do link de agendamento. Ele não é guardado junto do cadastro de ninguém nem usado para identificar pessoas.
Com o profissional, a base é a execução do contrato: sem guardar a agenda e o caixa, não existe serviço a ser entregue.
Com o cliente do profissional, quem escolhe a base é o profissional — normalmente a execução do atendimento que o próprio cliente pediu, ou o legítimo interesse de ter o histórico do atendimento. O Diário age por conta dele.
O banco de dados e os arquivos ficam na Supabase; o site e o servidor rodam na Vercel. As duas são empresas de fora do Brasil, e parte do processamento acontece em servidores no exterior — a lei brasileira permite, e é o mesmo caminho que praticamente todo aplicativo brasileiro usa.
O acesso ao banco é fechado: nenhuma consulta sai do navegador direto para a base. Tudo passa pelo servidor do Diário, que confere de quem é cada dado antes de devolver qualquer coisa.
Enquanto a conta existir. Apagou a conta, apagam-se os dados dela — o caderno inteiro, as imagens e os horários — em até 30 dias, inclusive das cópias de segurança na rotina normal de descarte.
Um dado pode ficar além disso em um caso só: quando uma lei obrigar a guardar. Se isso acontecer, ele fica guardado e parado, sem ser usado para mais nada.
A Lei Geral de Proteção de Dados dá a você o direito de saber o que existe guardado sobre você, de corrigir o que está errado, de pedir uma cópia, de pedir que apaguem e de retirar o consentimento. Pedido de exclusão tem página própria: como apagar seus dados.
O caderno de cada profissional é isolado no banco: as regras do banco recusam qualquer leitura que não venha do servidor do Diário, e o servidor sempre descobre de quem é o dado pelo login, nunca pelo que o aparelho pede. As imagens ficam em pastas fechadas e só saem por endereços com chave.
O link de agendamento que o profissional compartilha tem uma chave de 128 bits; o acesso do cliente ao próprio histórico usa uma chave de 256 bits guardada com hash — nem a gente consegue ler a chave de volta. Nenhum sistema é perfeito, e se algo acontecer com os dados, o profissional afetado é avisado.
O Diário não é feito para menores de 16 anos. Um cliente menor pode ser cadastrado pelo profissional com o consentimento de quem é responsável por ele — essa responsabilidade é de quem cadastra.
Se algo importante mudar, a data do topo muda e quem tem conta é avisado dentro do aplicativo. Mudança que aumente o que é guardado nunca vale para trás sem aviso.
Quem responde pelo Diário é Elizeu Francisco. Qualquer pedido sobre dados — ver, corrigir, apagar ou tirar dúvida — chega por aqui, e a resposta sai em até 15 dias.
Falar no WhatsAppResponsável pelo tratamento dos dados: Elizeu Francisco.